Zé Inácio destaca implantação do Programa Mais Bolsa Família

Deputado Zé Inácio (PT)

Deputado estadual  Zé Inácio (PT)

O deputado Zé Inácio na manhã desta quarta-feira (04) usou a tribuna para falar sobre o Programa Bolsa Familiar, destacando a iniciativa do Governo do Estado em lançar o Mais Bolsa Família com investimento de 72 milhões, a partir de janeiro de 2016.

“Comparando os investimentos que o Governador Flávio Dino vai fazer neste Programa com tudo que era investido no Brasil inteiro no Programa Bolsa Família antes de 2003, no Governo Fernando Henrique que era de R$ 540 milhões, a partir do ano que vem só no Maranhão, serão investidos R$ 75 milhões, 15% do que o governo investia antes de 2003, antes do Governo Lula, no país inteiro. Vejam a dimensão dos números que estamos nos referindo para combater a fome, para acabar com a miséria no país e no Maranhão”, relata Zé Inácio.

O Mais Bolsa Família irá possibilitar  um recurso complementar destinado à compra de material escolar de forma integrada ao Bolsa Família que beneficiará um milhão de jovens e crianças do Estado que ainda vivem em situação de extrema pobreza.

“Somente quem conhece as dificuldades e a situação de pobreza em que vivem ainda milhões de famílias sabe o significado desta quantia de R$ 46, por cada filho matriculado na rede pública dentro do limite de renda mensal de R$ 150 que passarão a ter direito com o Programa Mais Bolsa Família, implementado pelo Governador Flávio Dino”, diz.

O Programa – A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura defendeu no último relatório, apresentado em outubro passado, a eficácia dos programas de proteção social como o Bolsa Família para reduzir a pobreza e a fome, que permitiram tirar, no mundo, 150 milhões de pessoas da extrema pobreza desde 2003. O relatório anual sobre o estado mundial da agricultura e da alimentação da FAO, divulgado em Roma, mostrou a eficácia desses programas. A organização destacou que a eficácia, que o programa social que inclui a assistência social, bem-estar social e proteção do mercado laboral, não apenas contribui para aumentar o consumo, mas também para elevar os rendimentos das familiais e sua capacidade de produzir alimentos.

Zé Inácio (PT) destacou que no Brasil, os recursos investidos no Bolsa Família, no período de 2003 até hoje, passaram de 570 milhões para 23 bilhões. Programas como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), Programa de Cisternas, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), e o Bolsa Família foram destaques no relatório intitulado o “Estado da Alimentação e Agricultura de 2015”, mostrando que cerca de 14 milhões de famílias, em 2015, foram abrangidas, correspondendo a 24,5% da população brasileira, além das políticas afirmativas para combater a desigualdade de gênero nas áreas rurais.

“É importante frisar isso, a segunda maior política de proteção social do mundo, desenvolvida pelo Governo Federal, atendendo a 105 milhões de crianças brasileiras, ficando atrás apenas da Índia. Mas, logicamente, em termos absolutos, porque em termos proporcionais, com certeza, o Brasil tem mais famílias beneficiadas”, destaca o parlamentar.

O Governo Federal, através do Ministro Ricardo Berzoini, reafirmou a sua disposição em não comprometer o Bolsa Família por considerá-lo um programa consolidado e reconhecido mundialmente e a Presidenta Dilma também já reiterou diversas vezes.

Zé Inácio finaliza destacando que diante destes dados sobre a importância do Bolsa Família no combate a pobreza e da iniciativa do Governo do Maranhão, não há como não se orgulhar das melhorias apresentadas e as perspectivas de reduzir os indicadores sociais de nosso Estado. “Isto nos dá a credibilidade e a legitimidade diante dos resultados alcançados, tirando cerca de 40 milhões de brasileiros e brasileiras da miséria, através de uma política pública que ampliou o acesso à renda, obtendo resultados efetivos na redução da pobreza e da extrema pobreza, que, certamente, colocará o nosso Estado do Maranhão em novo patamar de desenvolvimento, assim como o País tem melhorado os seus indicadores”, finaliza. 

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