Aluisinho do Posto joga responsabilidade para juíza por decreto editado por ele em Esperantinópolis

Vivemos o tempo mais difícil das últimas décadas, onde a pandemia provocada pelo Coronavírus tem assolado países, e no Brasil não é diferente. Infelizmente o vírus chegou a Esperantinópolis e o prefeito editou um decreto de calamidade pública, determinando que as atividades econômicas não essenciais fossem fechadas, conforme preconiza a Organização Municipal da Saúde. Mas o prefeito, como lhe é peculiar, atribuiu o ônus dessa decisão à Dra. Urbanete de Angiolis Silva, Juíza de Direito Titular da Comarca de Esperantinópolis.

O prefeito tem recebido críticas e pressão dos comerciantes, já que se encontram em dificuldade de honrar seus compromissos com funcionários. Aluisinho do Posto, em áudio, jogou toda responsabilidade para a juíza, fugindo de consequências óbvias do decreto. Não é a primeira vez que o prefeito de Esperantinópolis age assim. Sempre que há inauguração de obras do governo do Estado no município, o prefeito não dá os devidos créditos a quem destinou recursos e executo a obra, mas tenta, a todo custo, usurpar a paternidade da obra e faturar politicamente em cima disso.

No caso em questão, a medida decretada é correta e necessária, só que gera um desgaste político e na imagem do prefeito diante dos comerciantes. O prefeito, sabedor disso, jogou toda a responsabilidade para a magistrada, afirmando até que a juíza quem mandou baixar o decreto. A fim de evitar circulação e aglomeração de pessoas, funcionando só s serviços essenciais, o decreto é uma prerrogativa do prefeito e não houve determinação judicial para que o gestor assim agisse.

O chefe do executivo não deveria se acovardar e pensar em prejuízos políticos e eleitorais neste cenário, e sim agir com firmeza e sinceridade, sem responsabilizar o poder judiciário por suas ações. É uma atitude leviana de quem se espera grandeza e altivez nesse momento.

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